terça-feira, 31 de maio de 2011

Conselho discute ações para turismo em Bonito durante a baixa temporada

O Conselho Municipal de Turismo de Bonito debate nesta quarta-feira adoção de ações para atrair turistas para o município durante os meses de baixa temporada.

Cabe ao Conselho, entre outras atribuições, formular a Política Municipal de Turismo, criando condições para o incremento e o desenvolvimento da atividade turística no município.

“O movimento do turismo local é expressivo e tem aumentado, embora ainda esteja concentrado em curtos períodos, o que faz com que a nossa infraestrutura - que inclui hotéis, atrativos, bares e restaurantes e outros setores - fique ociosa a maior parte do ano”, afirma o presidente do Conselho, Cícero Peralta.

“Entre os exemplos de ações a serem levadas em conta na reunião de quarta estão as tarifas promocionais adotadas pelas empresas aéreas”, afirma o presidente, lembrando também que um dos grande mercados potenciais para a obtenção de novos turistas é a própria capital, Campo Grande.

“Precisamos ter propostas diferenciadas, que tornem Bonito um destino mais acessível”, conclui.

A reunião será realizada no Auditório do Campus da UFMS/Bonito, ao final da Pilad Rebuá, na saída para a Gruta do Lago Azul, às 19 horas.

Fonte: Campo Grande News

Riedel fala hoje sobre pontos polêmicos do Código Florestal

A Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) realiza hoje (31.05) uma coletiva de imprensa para falar sobre o novo Código Florestal. A coletiva será concedida pelo presidente da entidade, Eduardo Riedel, e vai enfocar aspectos como:

- Anistia das autuações por dano ambiental.

- A preservação do Pantanal.

- Como ficam os produtores rurais de MS a partir do texto aprovado na Câmara Federal.

- O apoio dos parlamentares da bancada sul-mato-grossense e a perspectiva para o trâmite no Senado.


A coletiva será concedida às 14h, na sede da Famasul, na rua Marcino dos Santos, 401.

Serviço:

Coletiva de imprensa sobre o Código Florestal

Quando: terça-feira, 31.05.2011.

Horário: 14h

Onde: Famasul - rua Marcino dos Santos, 401.


Fonte: MS Notícias

Prefeitura de Bonito lança reforma das pontes do Formoso e Formosinho

Em breve cerimônia realizada na manhã de ontem (30), segunda-feira, em frente à Câmara Municipal, o prefeito de Bonito José Arthur Soares Figueiredo - com a presença de vereadores e secretários municipais - lançou as obras de reforma das pontes sobre os córregos Formoso e Formosinho, na via de acesso ao Balneário Municipal.

As obras serão realizadas com recursos da própria prefeitura ao custo de R$ 78.231,10 para a ponte do Formosinho e de R$ 82.396,70 para a ponte do Formoso, as duas com 18metros de extensão.

De acordo com José Arthur foram também licitadas juntamente com as obras das pontes mencionadas – que terão início imediato - as reformas da ponte sobre o córrego Restinga, no trecho da Rua Monte Castelo, ao preço de R$ 62.300,38 e a do córrego Taquaral, na estrada municipal que leva á Gruta do Lago Azul, que custará R$ 86.268,55.

A reforma da ponte do córrego Restinga, no bairro Monte Castelo, será iniciada logo após a conclusão das duas primeiras – cujo prazo é de 120 dias. Após a reforma da ponte do córrego Restinga será reformada a do córrego Taquaral. No total a prefeitura investirá R$ 309.196,73 na reforma das quatro pontes.

O ato de lançamento das obras foi iniciado com um minuto de silêncio pelo falecimento, no sábado passado, do ex-vereador Janes Monteiro Leite, que ocupou uma cadeira no Legislativo Municipal de 1949 á 1952.

Durante o ato de assinatura o prefeito José Arthur afirmou que sua administração não pôde mais esperar para iniciar as obras, na medida em que o acesso ao balneário vem sendo realizado - há meses - de maneira improvisada através de uma propriedade vizinha.

“O ideal seria se as pontes fossem de concreto”, afirmou, lembrando que o custo passaria a ser em torno de R$ 360.000,00 cada. “Protocolamos o projeto para as pontes de concreto junto ao Governo Federal no ano passado, mas o empenho dos recursos não aconteceu”, lamentou.

O prefeito lembrou ainda ser indispensável que as obras aconteçam no período de estiagem. “Tivemos em 2011 uma temporada de chuvas acima do normal”, relatou, afirmando que nesse período foram priorizadas apenas as obras emergenciais, como a manutenção das estradas vicinais para garantir o tráfego e o transporte escolar e em cabeceiras de pontes, valetas e grotas.

“Precisamos fazer as coisas na hora certa. Realizar obras permanentes durante a temporada de chuvas é jogar dinheiro fora - e o valor orçado é para uma obra só”, concluiu.

Fonte: Bonito Informa

Centro de Visitação do Aquário do Pantanal está aberto

O Centro de Visitação do Aquário do Pantanal, localizado no Parque das Nações Indígenas, na Avenida Afonso Pena já está aberto ao público. O espaço mostra como vai ficar a estrutura do Centro de Estudos e Pesquisa da Ictiofauna Pantaneira (Cepric) – Aquário do Pantanal. Guias de turismo treinados acompanharão os visitantes e apresentarão detalhes do projeto. No local também serão projetadas imagens espécies de peixes dos rios pantaneiros e de Bonito.

O funcionamento do Centro é de terça-feira à domingo, das 9h às 21h. As visitas são monitoradas e podem ser agendadas pelo telefone (67) 3327-2514. Os grupos são de 15 pessoas. O espaço também está aberto para as escolas (até 40 alunos - divididos em duas turmas).

Aquário do Pantanal

O Aquário deve começar a funcionar no fim de 2013 e terá capacidade para receber 20 mil visitantes por dia. Inicialmente projetado para impulsionar o turismo, o aquário teve seu objetivo ampliado para servir também como centro de pesquisa científica e de educação ambiental. O projeto dos 18.636 metros quadrados da construção é assinado pelo arquiteto, Ruy Othake.

Além de abrigar um centro de conferências, o Aquário do Pantanal terá laboratórios e biblioteca para livros e teses sobre o Pantanal. Instalações que foram desenhadas lado a lado com os 24 tanques de peixes, jacarés, sucuris, entre outras espécies. Além do ambiente interno, que inclui um túnel de 180 graus, o aquário terá cinco tanques externos, que poderão ser percorridos a pé ou em um trajeto aquaviário em barco com fundo de vidro.

A estrutura do Aquário do Pantanal conta com 90 metros de comprimento e 18 de altura. O prédio possuirá um amplo saguão, equipado com banheiros, setor de informações, auditório para 250 pessoas, restaurante, lanchonete, biblioteca e bancada de interação, entre outros detalhes. Escadas rolantes, comuns e elevadores próprios para portadores de necessidades especiais levam o visitante aos tanques e a um ambiente especial para as sucuris. Nos ambientes externos, ficarão plantas nativas do Pantanal, jacarés, ariranhas e lontras, entre outros animais.

Fonte: MS Notícias

Enchente fortalece e renova a vida do pantanal brasileiro

Assim como as águas vão e vêm todos os anos, os ribeirinhos se acostumam e aprendem a conviver com as surpresas do dia a dia e gostam.

Um tesouro no coração do Brasil, o pantanal é tão grande que, nele, caberiam pelo menos dois países: Portugal e Bélgica. São 144 mil quilômetros quadrados. O pantanal brasileiro é dez vezes maior que o pantanal argentino. Do lado de cá, a biodiversidade também é grandiosa: o mapa da mina fica bem na divisa dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Na região, foram identificadas 95 espécies de mamíferos, 665 espécies de aves, 162 de répteis, 40 espécies de anfíbios e ainda tem uma variedade de peixes maior do que em todos os rios da Europa juntos.

Mas por que os bichos do pantanal argentino são parecidos com os do pantanal brasileiro? O que um tem a ver com o outro? A explicação é dos pesquisadores que consideram o pantanal do Brasil um corredor biogeográfico entre a Bacia do Prata, onde fica Esteros, e a Bacia Amazônica. As espécies se adaptaram por ser uma área alagada, mas as semelhanças acabam aí. Em Esteros, na Argentina, as lagoas são de água de chuva, porque não tem rio por lá. Já o pantanal brasileiro é formado pela água dos rios que nascem no cerrado.

Esse ano, choveu demais nas nascentes e na planície, e os rios Negro e Aquidauana transbordaram ao mesmo tempo, provocando o fenômeno do encontro das águas.

Em março, a repórter Cláudia Gaigher esteve na região, quando até os pantaneiros mais antigos foram surpreendidos pela cheia nas regiões mais altas. A equipe só conseguiu sobrevoar a região do pantanal, porque todas as pistas estavam alagadas. Os animais foram parar na pista. A água subiu muito rápido e não deu tempo de retirar toda a boiada. Chegar até o rebanho ilhado foi uma aventura.

Cláudia acompanhou a luta de peões e fazendeiros para retirar os animais dos pastos cheios d'água. “A gente tem como se salvar, mas o gado não”, disse o peão José Aparecido.

É nessas horas de extrema dificuldade que vem à tona a solidariedade do homem pantaneiro. Quando tem uma comitiva retirando gado e ela passa pelas fazendas, os funcionários acabam ajudando o trabalho dos peões. Uma boiada vai para uma fazenda próxima que ainda não está totalmente ilhada. O fazendeiro emprestou o pasto para que os animais não morram.

“O mais arriscado nesta época é você tomar cuidado para não morrer um peão, ter o apoio da canoa e separa a tropa que é boa na água. Então, os capazes já separamos melhores que são melhores na água, que nadam melhor. E o peão pantaneiro já tem essa habilidade”, aponta o fazendeiro César Queiroz.

No meio dos alagados, Cláudia entendeu o espírito de quem vive no mundo das águas. Parece sofrido, mas a coragem do homem pantaneiro aumenta a cada animal que é salvo. É uma aventura emocionante, mas viver nessa imensidão onde a água pode amanhecer na porta de casa não é fácil.

A repórter Cláudia Gaigher vai até a casa do artesão Vitalino Soares Brito e de Irani Maria de Jesus. E descobre que o casal pesca na porta de casa: “Estamos pegando sardinha, juju, bagre preto, tudo isso”, diz a dona de casa.

Vitalino é pantaneiro, e Irani é mineira. Eles estão casados há mais de 60 anos. Se para ela a cheia assusta, para ele é sinal de fartura. “É bom, porque aumenta o peixe, fica mais fácil. você vê: aqui na porta já estou pegando peixe”, diz o artesão.

Jaqueline tem 5 anos. É a netinha caçula e adora pescar. Pantaneiro já nasce sabendo aproveitar os mimos da natureza e nem precisa esperar muito. Em pouco tempo, ela já consegue vários peixes.

Assim como as águas vão e vêm todos os anos, os ribeirinhos se acostumam e aprendem a conviver com as surpresas do dia a dia e gostam. Vitalino leva a vida na flauta - ou melhor, na viola que ele mesmo faz.

Símbolo do pantanal, o tuiuiú não perde a pose, nem se incomoda com a rodovia que passa embaixo do ninho. É tempo de renovação. Apesar de ser preservado, a vigilância no pantanal tem de permanecer. Nós encontramos couro de jacaré e o que sobrou da espinha dorsal do animal. "Tem pessoas matando jacaré para tirar cauda para comer. Pode ser restaurante, barco de turismo", revela o pesquisador Walfrido Tomas, da Embrapa. Há quase 20 anos, ele estuda os bichos pantaneiros.

Globo Repórter: Mas não tinha acabado essa caça ao jacaré?
Walfrido Tomas, pesquisador da Embrapa: Então, era couro. A demanda era outra coisa. Naquela época, tirava só o colete e jogava o resto todo fora. Agora, não. Você mata o animal, joga todo o resto fora e fica só com a cauda que é a melhor carne dele. Essa é uma preocupação que já começa a existir.
Globo Repórter: Mas não existe uma superpopulação de jacaré?
Walfrido Tomas, pesquisador da Embrapa: Superpopulação na natureza é uma coisa que não existe.
Globo Repórter: Tem quantos jacarés? Vocês têm uma estimativa da Embrapa.
Pesquisador: Nos levantamentos que a gente fez até o início dos anos 2000, está na casa dos milhões. Nossa estimativa mínima de jacarés adultos era de 3 milhões ou 3,5 milhões. A população é abundante, mas não é superpopulação.

Tem mais de seis milhões de cabeças de boi. O pantanal serve como um berçário. Da região, saem muitos bezerros que vão ser engordados em outras fazendas longe da planície. A principal atividade econômica no pantanal é a pecuária, mas para criar gado o pantaneiro teve de se adaptar e entender o sobe-desce das águas.

Depois da bravura do resgate, vem a recompensa. Voltamos à região do Rio Negro. Há menos de dois meses, o pantanal estava completamente alagado. Agora, as fazendas não estão mais inundadas. A água baixou, e aos poucos a vida volta à rotina.

Reencontramos o fazendeiro César Queiroz em uma das 15 fazendas que ele administra no pantanal. Agora, já podemos andar, não precisamos de barco. “Se você olhar para cima, pegou água na copa da castanheira lá em cima. Só ficou a copa das árvores”, diz. “Todas enchentes no pantanal são importantes. Todo ano, tem que encher o pantanal, porque senão ele acaba. O pantanal precisa dessa adubação natural”.

O fazendeiro explica que, conforme as águas vão baixando, o capim chamado de mimoso vai brotando. “É um dos capins que mais engorda o gado o pantanal. Essas são as áreas que agradecem a enchente”, destaca.

Em parte do pantanal, a enchente está indo embora, mas o pantanal não enche todo ao mesmo tempo. Por isso, os animais se adaptaram. Cada espécie escolhe a melhor época para se reproduzir. Agora é a época da reprodução do cervo do pantanal, justamente para quando os filhotes nascerem ter muito pasto, porque a água já secou. Eles andam sumidos. Estão na temporada de acasalamento e fogem para os campos secos.

Globo Repórter: E como está a população de cervo no pantanal? É uma espécie que continua ameaçada de extinção?
Walfrido Tomas, pesquisador da Embrapa: Ela está na lista de ameaçados em vários estados do Brasil, mas a população do pantanal está por volta de 40 mil indivíduos. E essa população tem estado estável. Isso indica que uma população protegida. Praticamente, não existe caça no pantanal, os fazendeiros protegem e não deixam nem peão caçar.

Globo Repórter: Hoje como você se sente quando vê esse pantanal preservado?
César Queiroz, fazendeiro: Como gerente de fazendas e pantaneiro, eu fico cada dia mais feliz, porque eu vejo que o pantanal é o lugar do mundo que está sendo essa beleza que dá para gerar emprego, dá para gerar imposto e dá para se preservar. É um lugar que está dando lucro para o governo, está dando lucro para o dono e está sendo preservado.

Fonte: Globo Repórter

sábado, 28 de maio de 2011

Prefeito de Bonito é contra ensino exclusivamente a distância no campus da Universidade Federal

A indefinição quanto ao destino que será dado às instalações da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) em Bonito preocupa o prefeito daquela cidade. Por telefone, o prefeito José Arthur de Figueiredo (PMDB) disse ontem (27) ao Campo Grande News que está preocupado com a possibilidade de que sejam implantados no campus apenas cursos a distância, e afirmou que pretende discutir a questão com a reitora da UFMS, professora Célia Maria da Silva Oliveira.

“Nós tínhamos agenda com a reitora há mais ou menos duas semanas, mas ela precisou desmarcar. Estamos preocupados e tentando remarcar. Nós defendemos que sejam abertos aqui novos cursos, não só a distância como parece que está sendo cogitado, mas também cursos integrais, diferentes dos que estão sendo ofertados hoje. Tenho certeza que haverá demanda, não só de Bonito, mas de todos os municípios da região”, considera.

Na avaliação do prefeito, a baixa demanda pelos atuais cursos (Administração e Turismo e Meio Ambiente) se deve ao que José Arthur chamou de “saturação pela oferta anterior”, já que eram também nessas áreas (Administração Rural e Turismo)os cursos que a Iesf (Instituição de Ensino Superior da Funlec) mantinha em Bonito até 2007.

A UFMS suspendeu a oferta de vagas para os dois cursos a partir deste ano, alegando baixa demanda, apesar de o curso de Administração não ter registrado sobra de vagas no último ingresso de alunos novos, no inverno de 2010. Atualmente cada um dos cursos tem duas turmas em andamento, num total de 143 alunos. O prédio novo, construído por meio do Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), foi inaugurado em novembro passado.

Fonte: Campo Grande News

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Bonito lança coleta seletiva de lixo porta a porta no dia 6 de junho

Durante exposição das ações da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Bonito realizada na noite de ontem na Câmara de Vereadores do município, o secretário da pasta Edmundo Costa Júnior anunciou o lançamento no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, de um programa de coleta seletiva de lixo porta a porta.

O material de campanha já está pronto e a primeira etapa do projeto será lançada nos bairros Portal do Rio Formoso, Jardim Andréia, BNH e Vila América, locais onde a própria secretaria realizou pesquisas preliminares para embasar o planejamento.

Atualmente a Prefeitura Municipal de Bonito mantém um serviço de coleta seletiva nos chamados PEV (Pontos de Entrega Voluntária), junto a locais como a Associação Brazil Bonito, o Instituto Família Legal, a Gruta do Lago Azul e o Loteamento Tarumã, entre outros.

O programa de coleta seletiva de lixo porta a porta incluirá a identificação dos imóveis participantes através de um adesivo com a frase “Esta Casa Recicla”, contendo também orientações sobre como fazer a separação e a preparação do lixo de maneira adequada.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente entregará também aos participantes do programa um recipiente de plástico duro de 100litros, com tampa. Foram adquiridos 1.500 cestos.

“Um dos maiores desafios que enfrentamos com relação á reciclagem continua sendo de natureza cultural, ligado à necessidade de massificar o consumo consciente”, afirmou o secretário, para quem o consumo e a geração de lixo são práticas permanentes de cidadania, que vão além das necessidades individuais e tem reflexos na sociedade, economia e meio ambiente.

O secretário lembrou ainda que embora as ações do Meio Ambiente local não tenham divulgação constante, ele é um dos grandes responsáveis pelo sucesso do ecoturismo em Bonito, considerado nacional e internacionalmente um exemplo de gestão turística e ambiental.

Fonte: Bonito Informa

XXIX Fonaje começa nesta quarta-feira em Bonito


Teve início na noite desta quarta-feira, dia 25 de maio, o XXIX Fórum Nacional dos Juizados Especiais - FONAJE, que será realizado no Zagaia Eco Resort Hotel em Bonito/MS, até o dia 27 de maio. No evento estarão reunidos mais de 200 congressistas para debater os juizados especiais no país.

O evento tem como objetivo: congregar magistrados do Sistema de Juizados Especiais e suas Turmas Recursais; uniformizar procedimentos, expedir enunciados, acompanhar, analisar e estudar os projetos legislativos e promover o Sistema de Juizados Especiais; e colaborar com os poderes Judiciário, Legislativo e Executivo da União, dos Estados e do Distrito Federal, bem como com os órgãos públicos e entidades privadas, para o aprimoramento da prestação jurisdicional.

Programação - O fórum terá início na noite de quarta-feira, dia 25 de maio, com a palestra do presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Des. Nelson Calandra, com o tema "Novos Rumos para a Magistratura Brasileira". Na quinta-feira, dia 26 de maio, os trabalhos terão início com a palestra do Des. Caetano Lagrasta Neto - Tribunal de Justiça de São Paulo, sobre os "Aspectos Relevantes da Resolução 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça".

Durante o evento ainda serão realizadas reuniões dos grupos de trabalho; apresentação de trabalhos e projetos relacionados aos Juizados Especiais; sessão plenária com discussão e votação dos Enunciados; e o lançamento do livro "Temas atuais sobre os Juizados Especiais - Estudos em homenagem ao Desembargador José Fernandes Filho".

FONAJE - O Fórum Nacional dos Juizados Especiais foi instalado no ano de 1997, sob a denominação de Fórum Permanente de Coordenadores de Juizados Especiais Cíveis e Criminais do Brasil, e sua idealização surgiu da necessidade de se aprimorar a prestação dos serviços judiciários nos Juizados Especiais, com base na troca de informações e, sempre que possível, na padronização dos procedimentos adotados em todo o território nacional.

Fonte: MS Notícias