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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Mostra Pantanal é exibida no MIS

Cultura, música, modo de vida pantaneiros até às suas lendas, contos e peculiaridades deste ecossistema. Esses são os temas dos filmes produzidos por cineastas sul-mato-grossenses que serão apresentados na Mostra Pantanal, exibida no Museu da Imagem e do Som de Mato Grosso do Sul (MIS), unidade vinculada à Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), até a próxima sexta-feira (17).

De acordo com Américo Calheiros,presidente da FCMS, a Mostra Pantanal tem como objetivo principal discutir e refletir sobre a identidade pantaneira, que está em constante (re)construção: "Nossa memória é fruto de um processo contínuo, realizado por estas e outras obras provenientes deste Estado de criação recente".

A entrada é gratuita.

Veja a programação da Mostra Pantanal:

15/06
Caramujo-flor (Dir.: Joel Pizzini, Ensaio de ficção poética, 1988, 21 min.)
A Poeira: uma história do Pantanal (Dir.: Augusto Proença e Hélio Godoy, 2007, Ficção, 14 min.)

16/06
Terra das Águas (Dir.: Rosiney Bigatão, Documentário, 2006, 57 min.)

17/06
Ginga Documenta: Cultura Bovina em trânsito (Dir.: Helton Pérez, 2010, Documentário, 40 min.)

Serviço
Mostra Pantanal
Local: Museu da Imagem e do Som de MS - Memorial da Cultura e Cidadania, Av. Fernando Corrêa da Costa, 559, 3º andar, Campo Grande, MS.
Horário: 14h00
Telefone: (67) 3316 9178.

Fonte: Bonito Brazil com informações do MIS

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Milhares de peixes morrem em rio do Pantanal


As primeiras informações sobre o desastre foram repassadas pelo Sr. Urbano Vilalba, pantaneiro que há mais de 30 anos mora no Pantanal

Ainda são desconhecidas as causas da morte de milhares de peixes no curso do Rio Negro, um dos mais conhecidos na região do Pantanal do Mato Grosso do Sul.

A partir de uma denúncia, pecuaristas da região onde foram constatadas a mortandade dos peixes, esteve registrando o grande desastre ambiental ocorrido nos últimos dias.

As primeiras informações sobre o desastre foram repassadas pelo Sr. Urbano Vilalba, pantaneiro que há mais de 30 anos mora no Pantanal e há pelo menos 30 deles administra a Fazenda Santa Sophia, de propriedade de aquidauanenses.

De acordo com o pantaneiro, os peixes começaram a aparecer mortos, boiando no rio, desde o dia 26 de janeiro, em uma localização de aproximadamente 1 quilômetro acima da passagem da Fazenda Rio Negro, conhecida nacionalmente por sediar a novela “Pantanal”.

Para Urbano, o fenômeno não pode ser considerado natural como a decoada (acontecimento natural da região que provoca a deterioração da qualidade da água dos rios e conseqüentemente, a mortandade de peixes no Pantanal). “Nunca vimos nada igual”, confirmou Urbano.

No local podem ser vistos mortos todas as espécies de peixes do Pantanal: Pintado, Cachara, Dourado, Piranha, Tuvira, Sardinha e inclusive Arraias, Pacú, que são os últimos a morrerem devido ao seu hábito de circularem em águas mais profundas.

O que causa ainda mais comoção nos moradores da região é que o fato está acontecendo no auge da Piracema - período de desova dos peixes, onde se é proibido a pesca nos rios do Mato Grosso do Sul.

Conforme algumas fotos podem constatar, amostras da água do Rio Negro foram coletadas e serão levadas a laboratórios, onde será realizada análise para a constatação da causa das mortes por especialistas.

Fonte: Jornal O Pantaneiro