Já está definida a data para a 2º edição da Feira Ambiental e Social de Bonito (MS), realizada pelo Instituto das Águas da Serra da Bodoquena, o IASB. O evento irá ocorrer nos dias 02 e 03 de junho, no salão Acácia Branca.
Para que tudo ocorra conforme as expectativas dos organizadores foi realizado no último dia 10 uma reunião com instituições sócio-ambientais para definir as atividades a serem desenvolvidas na Feira . Tal reunião buscou reforçar as parcerias para atender os objetivos da feira, em transmitir informações ambientais para a comunidade bonitense e visitantes simpatizantes com o tema, além de divulgar as ações desenvolvidas na região para a conservação do meio ambiente.
Entre os temas abordados foram definidas as apresentações culturais, jogos institucionais e concursos, como das mais criativas fantasias confeccionadas com material reciclável e desenhos temáticos, envolvendo as instituições de ensino da cidade.
O Projeto atingiu na sua primeira edição 2.500 visitantes e espera receber 4.000 visitantes na segunda, atendendo a comunidade de Bonito/MS e visitantes simpatizantes com o tema.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Feira Ambiental e Social de Bonito 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Reunião sobre Bonito/Serra da Bodoquena discute melhorias para os destinos
Representantes das cidades de Bonito, Jardim, Bodoquena, Guia Lopes da Laguna, Nioaque, Bela Vista, Caracol e Porto Murtinho reunira-se no último dia 28, na Associação Comercial de Bonito - ACEB, para a reunião ordinária do Fórum Regional de Turismo Bonito/ Serra da Bodoquena.
Entre os assuntos discutidos estavam a sinalização e do marketing da região, a transformação do Fórum em pessoa jurídica, para a possível captação de recursos financeiros, a criação de uma Associação de empresários de Bonito e Pantanal para facilitar a realização de convênios, entre outros e a a realização da Festa da Cultura da região turística Bonito: Serra da Bodoquena, que será realizada em Guia Lopes da Laguna no mês de abril.
Participaram da reunião Clayton Castilho - Diretor de Turismo de Bonito, Acylino Marcondes Rezende Junior - Presidente do Fórum, Vívian Cruz - Secretária de Turismo, Indústria e Comércio de Porto Murtinho, Jomar Silza Souza- Secretário Municipal de Turismo e Meio Ambiente, Fernanda Pinheiro - Diretora do Departamento de Turismo de Jardim, Wilson Acosta - Gerente de Cultura de Guia Lopes da Laguna, Ivenise Lupinski - Diretora de Patrimonio de Nioaque ,Fernando Correa Vilela - Diretor do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, além de empresários e convidados.
MTur promove treinamento de gestores de turismo
O Ministério do Turismo promove, nos dias 10 e 11 de fevereiro, em Brasília, em parceria com o Instituto Marca Brasil (IMB), o workshop Liderança Articuladora e Inteligência Competitiva para o grupo gestor do turismo de Brasília. Trata-se de um treinamento destinado aos gestores de turismo, dos setores público e privado, dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Regional.
"Neste workshop serão repassados novos conhecimentos para o desenvolvimento da capacidade gerencial dos integrantes dos grupos gestores e avaliada a evolução da competitividade do destino", explica a coordenadora-geral de Regionalização do MTur, Ana Clévia Guerreiro.
O workshop é a última etapa do projeto de Gestão dos 65 destinos, que tem como meta o apoio à estruturação de 65 destinos turísticos com padrão de qualidade internacional. Brasília, além de destino indutor, é uma das sedes da Copa do Mundo de 2014.
Fonte: Mercado & Eventos
Secretaria remove lixo clandestino na Estrada do Sucuri
A Secretaria Municipal de Obras de Bonito efetuou na terça-feira (8) um intenso trabalho de limpeza das margens da rodovia que leva à Fazenda São Geraldo e à Barra do Sucuri, logo após o secador da empresa Agro Santo Antonio, antigo armazém da extinta Agrosul.
No local foram despejados clandestinamente ao longo do tempo toneladas de lixo, incluindo sacos fechados, restos de móveis, pneus, e mangueiras plásticas, que obstruíam as valetas de canalização para escoamento da água da chuva. A operação utilizou caminhões, retroescavadeira e pá carregadeira e contou com o trabalho de operadores de máquina, motoristas e auxiliares.
“O descarte irregular do lixo traz sérios prejuízos à comunidade”, afirma o secretário municipal de Obras André Nunes, lembrando que ele impede o escoamento correto da água e danifica e estrada. Outro prejuízo para a população é que a prática também favorece a proliferação do mosquito da dengue. “Vamos fiscalizar ainda mais para desestimular essa prática”, afirma André.
“A recomendação da Secretaria de Obras é que todo o lixo seja conduzido ao aterro sanitário da cidade”, afirma Nilsinho, responsável pelo setor de máquinas do órgão. “O despejo irregular acarreta, além de prejuízos aos moradores e ao trânsito, despesas desnecessárias para a prefeitura”, conclui.
Fonte: Fátima News
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Bonito espera elevar em 5% fluxo de turistas
O turismo em Bonito, destino mais famoso do Estado fechou o ano com aumento de 4,06% nas visitações. Segundo levantamento da Secretaria Municipal de Turismo, Indústria e Comércio, foram 276.164 visitações em 2010, sendo 10.767 visitas a mais que 2009. Segundo o secretário de turismo, Augusto Barbosa Mariano, o desafio para 2011 é aumentar em 5% esse resultado alcançado no ano passado.Segundo o secretário, o incremento em 2010 foi resultado do trabalho de todos - iniciativa privada, poder público e sociedade, além do grande apoio, entrosamento e articulação com o Governo do Estado através da Fundação de Turismo de MS e Governo Federal, através do Ministério do Turismo. “Antes do Governador André Puccinelli não existia política pública para o turismo. Hoje contamos com planejamento, orçamento, recursos, metas e, consequentemente, obtemos bons resultado”, enfatiza Mariano.
Entre as obras de infraestrutura, Augusto Mariano destaca a pavimentação da estrada MS 178, que integra a região de Bonito e da Serra de Bodoquena com o Pantanal e é a principal rota de entrada de estrangeiros através da Bolívia; a drenagem e pavimentação das ruas da cidade e a instalação da seção de incêndios, que possibilitou o início da operação do aeroporto da cidade que hoje já conta com voos regulares às quintas e domingos.
As políticas públicas também foram de extrema importância para esses resultados. Exemplo disso foi o decreto de criação do Geoparque Bodoquena-Pantanal que garantiu a chancela da Unesco possibilitando estudos oficiais na região. O fortalecimento de instâncias de governança, do Projeto “65 destinos indutores” e do Fórum Bonito-Serra da Bodoquena também foram decisivos no processo que garantiu a Bonito, pelo nono ano consecutivo, o prêmio da Revista Viagem e Turismo de melhor destino de ecoturismo do Brasil.
A secretária de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo de Mato Grosso do Sul (Seprotur), Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, lembra que a divulgação foi essencial para o resultado.“Bonito se fez presente nas principais feiras, eventos e road shows, além de feiras com grande alcance de público como o Salão do Automóvel e Salão Imobiliário. Representantes do setor turístico também estiveram em feiras internacionais, sempre munidos de materiais de divulgação, fortalecendo a rota Pantanal-Bonito. Isso demonstra que o Governo do Estado priorizou esse segmento”, enfatizou.
O secretário Augusto Mariano lembra que “ainda existem arestas a serem aparadas nesse sistema, mas sua eficiência já está consolidada. Somos hoje a segunda maior arrecadação do município, perdendo apenas para a atividade agropecuária”. Atualmente 50% da mão de obra do município está voltada diretamente para o turismo. São guias, agentes, remadores, monitores, recepcionistas, motoristas e demais pessoas que ajudam na realização dos sonhos de quem visita a cidade.
E a meta é garantir a melhor distribuição de demanda, isso é, atrair o turista também durante a baixa temporada, colocando Bonito na vitrine do Brasil para eventos. Para o alcance de bons resultados o município investe na parceria com a rede hoteleira (hoje com 5 mil leitos), com o Centro de Convenções (com capacidade para 3 mil pessoas) e o aeroporto.
O município também já começa a se preparar para atender a demanda de turistas que virão ao Brasil para a Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas em 2016. Para receber bem esse público estão sendo feitos investimentos na profissionalização da mão de obra e no crescimento da rede hoteleira. Uma parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul garantirá a abertura esse ano de 44 novas vagas para o curso de guias de turismo, especializados em atrativos naturais.
A secretária Tereza Cristina finaliza afirmando que além dos tradicionais roteiros turísticos hoje o Estado já otimiza a diversidade de atrações, inclusive, vem acompanhando e já se prepara para incrementar a tradicional atividade agropecuária e seu processo de gestão com o turismo científico e tecnológico. "A Fundtur já está trabalhando no cadastro das propriedades rurais com atrativos agrotecnológicos. Inclusive, já há operadoras trabalhando com esse tipo de roteiro. O empresário rural precisa se atentar a esta grande oportunidade e se informar. Agregar a produção primária ao turismo pode somar uma importante fonte de renda além de elevar a fazenda a uma vitrine científica e tecnológica", explica Tereza.
Fonte: Correio do Estado
Alerta para proteção de áreas úmidas
Ecossistemas frágeis e complexos, as áreas úmidas – nome dado ao conjunto de lagos, lagoas, pântanos e outros tipos de áreas alagáveis, como o Pantanal – têm um papel importante na manutenção da biodiversidade.
Na quarta-feira passada (2 de fevereiro) foi comemorado o Dia Mundial das Áreas Úmidas. A data foi instituída pela Convenção de Ramsar com o objetivo de estimular a reflexão e aumentar o reconhecimento em todo o mundo sobre a importância das áreas úmidas para o planeta e para a vida das pessoas.
Este ano de 2011, em razão do Ano Internacional das Florestas, declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o tema escolhido para as comemorações foi Áreas Úmidas e Florestas. O tema traz um alerta sobre a necessidade de conservar as florestas que estão nessas áreas úmidas, pois elas têm um papel importante no sequestro de carbono e na manutenção da saúde ambiental das áreas úmidas e do planeta.
Áreas úmidas
Ecossistemas complexos e variados, as áreas úmidas vão desde as zonas marinhas e costeiras até as continentais e as artificiais. Alguns exemplos são os lagos, manguezais, pântanos e também áreas irrigadas para agricultura, reservatórios de hidrelétricas, entre outros.
As áreas úmidas estão presentes em todos os tipos de ecossistemas e são importantes para a manutenção da diversidade biológica e para a regulação do clima. Pelo fato de terem um ciclo hidrológico que se modifica o tempo todo e que exige adaptação constante, as áreas úmidas abrigam uma enorme variedade de espécies endêmicas.
Outro serviço importante prestado por essas áreas é a regulação do ciclo hidrológico, ampliando a capacidade de retenção de água da região onde se localiza e, com isso, promovendo o múltiplo uso das águas pelos seres humanos.
Apesar da riqueza ambiental que oferecem, essas áreas são muito vulneráveis, principalmente aos efeitos das mudanças climáticas. Situadas em uma área de transição entre os ecossistemas aquáticos e terrestres, sofrem muita pressão não somente pela ação direta do homem, mas também pelos impactos sobre ecossistemas terrestres, marinhos e de água doce adjacentes.
Convenção de Ramsar
A definição do conceito de Áreas Úmidas surgiu na Convenção de Ramsar. O tratado intergovernamental celebrado no Irã, em 1971, marcou o início das ações nacionais e internacionais para a conservação e o uso sustentável das zonas úmidas e de seus recursos naturais. Atualmente, 150 paíse são signatários do tratado, incluindo o Brasil.
Sítios de Ramsar no Brasil
Além do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense (MT), o Brasil possui outras sete áreas classificadas como Sítios Ramsar: Estação Ecológica Mamirauá (AM), Ilha do Bananal (TO), Reentrâncias Maranhenses (MA), Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense (MA), Parque Estadual Marinho do Parcel de Manoel Luz (MA), Lagoa do Peixe (RS) e a Reserva Particular do Patrimônio Natural Sesc Pantanal (MT).
Fonte: Correio do Estado
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Mortandade de peixes pode ter sido pela 'decoada'
O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) apresentou no dia 07 o relatório preliminar 02/2011 com o resultado das análises feitas pela equipe da Gerência de Controle e Fiscalização/Laboratório do Imasul. De acordo com o gerente do Imasul, Roberto Gonçalves Machado foram observados os exames da demanda química e bioquímica da amostragem da água coletada no dia 31 de janeiro.
De acordo com o relatório a partir das informações obtidas no local e com as observações feitas, a morte dos peixes não ocorreu na calha do rio Negro e sim em duas baias denominadas “Baía do Dourado” na fazenda Santa Sophia, e “baia da fazenda rio Negro” na fazenda rio Negro. Essas baias têm contato direto com as águas do rio Negro.
A equipe do Laboratório do Imasul constatou ainda baixas concentrações de oxigênio dissolvido, variando de 2,6 a 0,3 mgO2/L, diminuindo gradativamente de acordo com a maior profundidade. O oxigênio dissolvido na água é fundamental para a manutenção da vida aquática e os valores inferiores a 2,0 mgO2/L podem provocar a morte de peixes. “Segundo o relatório preliminar há a possibilidade de ocorrência do fenômeno "decoada" como causa dessa mortandade de peixes”, afirmou o gerente do Imasul.
De acordo com Roberto Gonçalves Machado, o fenômeno (conhecido como decoada) se caracteriza pela entrada de água de baixa qualidade com altas temperaturas com índice de oxigênio quase zero dissolvido que chegam a uma quantidade significativa de forma rápida num determinado ambiente da planície pantaneira. “Nesse caso particular essa água de qualidade ruim chegou em duas baias marginais ao rio Negro no momento que não estava chovendo nessa região, mas na redondeza. Essa água veio lavando o campo trazendo água que já estava quente e com muita matéria orgânica em locais rasos dessa planície adjacente e que acabou levando essas águas para dentro essas baias”, explica.
Roberto Gonçalves explica ainda que essas águas quentes com grande material orgânico e pouco oxigênio dissolvido provocam choque num ambiente, com os peixes que estão praticamente de água parada nas baías. “Eles não tiveram tempo de sair deste ambiente e acabaram perecendo por causa do oxigênio”, justifica.
O gerente do Imasul afirma que o fenômeno é comum no pantanal e ocorre todos os anos no mês de janeiro em alguns locais. “É freqüente na região do Paraguai mirim, no pantanal do rio Paraguai e na região do pantanal do rio Negro, já tínhamos ocorrências em pequena escala, mas deste porte foi a primeira vez”, admitiu. A extensão entre as duas baías onde aconteceu a “decoada” é de cerca de cinco quilômetros.
De acordo com fotos tiradas logo após a ocorrência de mortandade no rio Negro, puderam ser observadas as seguintes espécies de peixes: pintado, cachara, piranha, armau, jurupoca, pacu, piau, piraputanga, mandi e barbado.
Outra parte das amostras coletadas no rio Negro foi enviada para São Paulo para análise dos defensivos químicos e princípios ativos utilizados tanto na pecuária para limpeza de pastagens como na agricultura. “Não descartamos o fator extra de a mortandade ter sido ocasionada pela utilização de produtos químicos. Em uma semana estaremos recebendo este resultado”, comentou.
Segundo Roberto Gonçalves boa parte dos peixes foram ingeridos por jacarés e urubus e moradores locais que pegavam os peixes que estavam começando a agonizar e usaram na alimentação. “Eles usaram na alimentação sem que eles trouxessem nenhum tipo de transtorno para essas pessoas. A idéia por enquanto é que tenha sido o fenômeno dequada mesmo”, observa.
Outra equipe do Imasul retornou ao local entre os dias 1 e 03 de fevereiro e segundo Roberto Gonçalves encontraram poucos peixes e em estado de decomposição. “Observamos algumas espécies de peixe em bom estado e outros de forma jovem que nasceram no final de 2010 e que não foram afetados. O ambiente está se recuperando com a água que vai sendo diluída com o de melhor qualidade”, esclarece.
A apresentação do relatório preliminar contou com a presença do gerente da fiscalização do Imasul, Luiz Ferreira e do gerente de recursos de pesquisa e fauna, Vander M. Fabrício de Jesus.
Fonte: Correio do Estado
Desembarques em MS crescem 39% em janeiro
Dados da Infraero mostram que o turismo de Mato Grosso do Sul esteve aquecido durante o mês de janeiro. O número de passageiros que desembarcaram no Estado aumentou 39% comparado ao mesmo período de 2010.
De acordo com o relatório, desembarcaram no terminal 62.589 passageiros no mês passado contra 45.696 no primeiro mês de 2010, ou seja, 16.893 a mais.
O presidente da Fecomércio MS (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul), Edison Araújo, lembra que os desembarques são essencialmente de vôos domésticos, o que reforça que, com a renda maior, a população está viajando mais.
“Nossa última pesquisa sazonal, referente ao Natal e uso do 13º salário, mostrava que a prioridade para 18% dos entrevistados era viajar de férias, atrás apenas da intenção de trocar o carro, apontada por 22%”, lembra Edison.
Outro aspecto que precisa ser levado em conta é que, com o aquecimento econômico do Estado e atração de investidores, o turismo de negócios também está em alta e tem forte influência sobre o número de desembarques.
Fonte: MS Notícias